RS tem mais 14 mortes por Covid; total de pessoas imunizadas passa de 4 milhões

Estado tem 34.159 vítimas desde o começo da pandemia, segundo a Secretaria Estadual da Saúde. Médias móveis de óbitos e casos estão em estabilidade. A Secretaria Estadual da Saúde (SES) confirmou, nesta segunda-feira (30), mais 14 mortes por Covid-19. Elas aconteceram entre 16 e 29 de agosto, exceto um registro de maior que estava pendente.
Assim, o Rio Grande do Sul tem 34.159 vítimas desde o começo da pandemia.
A média móvel de óbitos se mantém estável, com uma variação de 12% a mais do que há duas semanas. Em oito dos últimos 11 dias, a média diária de mortes é de 28. Veja o gráfico
A SES também identificou 731 novos casos de coronavírus. Com isso, o RS tem 1.408.030 casos confirmados em toda a pandemia.
Do total, 1.366.569 (97%) são considerados recuperados, 7.208 (1%) estão em acompanhamento, e a taxa de letalidade é de 2,4%.
Assim como a das mortes, a média móvel de casos também está em estabilidade. A variação é comparação com 14 dias atrás é de -15%. Confira o gráfico
Vacinação
Mais de 7,56 milhões de pessoas já foram vacinadas com, ao menos, uma dose no Rio Grande do Sul. Porém, com a estimativa populacional atualizada pelo IBGE, o percentual de residentes vacinados parcialmente é de 65,9%.
Desses, 4 milhões estão totalmente imunizados. São 34,9% dos moradores no RS com as duas doses ou a vacina de dose única.
Mapa da vacinação: veja a situação em cada estado
O consórcio de veículos de imprensa utiliza dados atualizados do IBGE e considera imunização completa apenas com ambas as doses ou a vacina da Janssen. Logo, os dados podem diferir levemente dos levantamentos oficiais das secretarias de Saúde.
Hospitalizações
A taxa de ocupação dos leitos de UTI está abaixo de 58%. Na tarde desta segunda, estavam internados 1.921 pacientes para 3.340 vagas.
Entre os internados, a quantidade de pacientes com coronavírus ou suspeita de síndrome respiratória aguda grave era de 653 pessoas ou 34% da capacidade. O cenário é semelhante ao registrado em outubro de 2020, quando haviam menos vagas disponíveis.
Parte desse desempenho se deve à desocupação de leitos privados, que chegou a ter lotação superior ao nível crítico na semana passada e, agora, é de 67%.
Vídeos: RBS Notícias