Rio Grande do Sul tem mais 3.860 casos de coronavírus e 69 novos óbitos pela doença

O Rio Grande do Sul registrou nesta quarta-feira (27), segundo a SES (Secretaria Estadual da Saúde), mais 3.860 casos de coronavírus e 69 novos óbitos pela doença. São 536.746 casos confirmados no total e 10.512 óbitos acumulados. O número de recuperados é de 512.240 (95%).

Porto Alegre, segundo o levantamento, é a cidade que registrou o maior número de mortes, com 11 novos óbitos, 2.098 no total. Foram 276 novos casos e 79.155 ao todo.

Pelotas e Rio Grande tiveram seis novos óbitos cada e Sapucaia e Viamão tiveram três óbitos em cada município.

Os municípios de Canoas, Novo Hamburgo, Gravataí, Alvorada, Capão da Canoa, Parobé e Santo Ângelo tiveram duas mortes cada uma.

Registraram uma morte os municípios de Caxias do Sul, Santa Maria, Campo Bom, Santa Rosa, Osório, Venâncio Aires, Bagé, Camaquã, São Borja, Estância Velha, Santana do Livramento, Eldorado do Sul, Frederico Westphalen, Santiago, Sarandi, Portão, Canguçu, Soledade, Nova Santa Rita, Triunfo, Butiá, São Sepé, Arroio Grande, Arroio dos Ratos, Palmares do Sul e Ernestina.

Reunião

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, participou, na tarde desta quarta-feira, de assembleia do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), com participação do secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo de Medeiros, e do secretário executivo do Ministério da Saúde, coronel Antonio Elcio Franco Filho.

“Começamos há uma semana o processo de vacinação no Brasil. É um momento histórico, cada um de nós fez um grande esforço para que esse momento acontecesse. Qualquer que seja a vacina, qualquer que seja o quantitativo, o que quer que tenhamos para ofertar à população, e que possamos destrinchar a distribuição de forma equitativa e igualitária para toda a população brasileira, vou defender. Queremos comprar. Nosso objetivo é garantir a proteção da população brasileira”, destacou Medeiros.

Temas como a aquisição de vacinas, em especial a vacina russa Sputinik V, a grave situação da crise sanitária nos estados do Amazonas e de Rondônia, e a nova variante do coronavírus encontra em Manaus também foram assuntos debatidos durante a reunião, coordenada pelo presidente do Conass, Carlos Lula.

Durante a reunião, a secretária Arita aproveitou para fazer questionamentos sobre a aquisição da vacina russa e sobre a habilitação de leitos de UTI para o Rio Grande do Sul.

Ainda sobre a vacinação no Brasil, o coronel Elcio reforçou a importância de que as definições dos grupos prioritários sejam respeitadas no processo de vacinação. “É importante que se cumpram as diretrizes e orientações do Conass e do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde) para evitar problemas e para que consigamos imunizar aqueles grupos que estão mais sujeitos ao risco – idosos em Instituições de Longa Permanência para Idosos, indígenas, profissionais da saúde. Com certeza, vamos aumentar essa quantidade de doses para atingir outros grupos prioritários”, garantiu.