Home economia Com menos de um ano de existência, PIX é o 2º meio de pagamento mais usado nas contas à vista, diz CNLD

Com menos de um ano de existência, PIX é o 2º meio de pagamento mais usado nas contas à vista, diz CNLD

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70% dos internautas brasileiros costumam usar o PIX como meio de pagamento; modalidade só fica atrás do dinheiro, mencionado por 71% Menos de um ano após começar a funcionar, o PIX já é o segundo meio de pagamento mais usado pelos brasileiros nas contas à vista, aponta pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), antecipada ao G1 – atrás apenas do dinheiro.
De acordo com o levantamento, as modalidades de pagamento mais utilizadas pelos brasileiros são dinheiro (71%), PIX (70%), cartão de débito (66%) e cartão de crédito (57%).
Meios de pagamento mais usados
Economia G1
De acordo com a entidade, a preferência pelo PIX é justificada para 83% dos usuários pela rapidez e a praticidade, seguido de evitar ou minimizar contato físico com máquinas e/ou pessoas (34%).
“O número de usuários que já fizeram ao menos uma transação por PIX está próximo de 80 milhões – vale lembrar que essa novidade ainda não completou nem um ano de operação”, apontou em nota o presidente da CNDL, José César da Costa.
Lojas físicas e compras online
Nas compras em lojas físicas, no entanto, o PIX não figura entre os primeiros da lista entre os meios de pagamento mais utilizados. O ranking é encabeçado pelo cartão de débito (32%), seguido pelo cartão de crédito (30%), e pelo dinheiro (25%) são os meios mais utilizados.
Já o cartão de crédito é o preferido nos pagamentos de compra online (52%). O dinheiro é o meio mais utilizado para pagamentos de contas de consumo (32%).
Entenda como mandar e receber dinheiro pelo Pix
PIX para transferências e pagamentos
Entre os entrevistados, o tipo mais citado de pagamento através de PIX é a transferência de saldos para amigos e parentes: 88% citaram esta finalidade.
Também se destacam o pagamento de serviços (40%); de compras pela internet (26%); compras de alimentos (18%); restaurantes (17%) e consultas médicas (12%).
A pesquisa ouviu 800 internautas residentes nas capitais brasileiras, com idade igual ou maior a 18 anos, entre os dias 30 de junho e 7 de julho.