Governo gaúcho garante a aquisição de 10 milhões de seringas para a vacinação contra o coronavírus

O material terá um custo de R$ 3,6 milhões, o que representa uma economia de quase 48% em relação ao valor estimado

Foto: Agência Brasil

O material terá um custo de R$ 3,6 milhões, o que representa uma economia de quase 48% em relação ao valor estimado. (Foto: EBC)

O pregão eletrônico realizado pelo governo do Rio Grande do Sul para a compra de 10 milhões de seringas “foi concluído com sucesso”, segundo o Palácio Piratini.

A licitação, promovida na modalidade de Registro de Preços, garante à administração pública, pelo período de um ano, o fornecimento de seringas pelo preço acertado durante o processo, que foi de R$ 0,36 por unidade, abaixo dos R$ 0,69 estabelecidos como referência pela Subsecretaria Central de Licitações do Estado, órgão vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão – uma economia de quase 48%. Ao todo, o material terá um custo de R$ 3,6 milhões, ante R$ 6,91 milhões projetados inicialmente.

A licitação para a compra de seringas hospitalares foi uma demanda de três órgãos do governo estadual, em especial da Secretaria da Saúde, para utilização em campanhas de vacinação, incluindo a previsão de imunização contra o coronavírus no Estado. O pregão eletrônico, iniciado na quinta-feira (07) e finalizado na sexta-feira (08), terá o resultado publicado no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (12).

Os certames na modalidade de Registro de Preços garantem tanto para o comprador (governo) quanto para a empresa fornecedora uma expectativa de aquisição. Nesse caso, o movimento realizado pelo Estado garantiu o preço e a quantidade estipulada na licitação pelos próximos 12 meses. A efetivação da compra, ou seja, o pagamento e a entrega dos materiais, poderá ser realizada de acordo com a demanda do órgão ao longo desse período.

Vacinação

Com as 10 milhões de unidades asseguradas, o material se somará às 4,5 milhões de seringas em estoque no Estado. Além disso, existem 5 milhões de agulhas que podem ser usadas em outras seringas, caso necessário, uma garantia para o início da imunização contra o coronavírus tão logo as vacinas sejam disponibilizadas.

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