Bolsas da China fecham em queda após inflação fraca em setembro

Empresas industriais pesaram no índice depois que os preços de fábrica caíram a um ritmo mais rápido do que o esperado em setembro. As ações da China terminaram em queda nesta quinta-feira (15), apagando ganhos anteriores depois que dados mostrando os preços nas portas das fábricas em queda e uma inflação ao consumidor fraca em setembro ressaltaram os desafios persistentes que a economia enfrenta à medida que se recupera da pandemia de Covid-19.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,17%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,26%.
As empresas industriais pesaram no índice mais amplo, cedendo 0,92% depois que os preços de fábrica caíram a um ritmo mais rápido do que o esperado em setembro e a inflação ao consumidor desacelerou para seu ponto mais fraco em 19 meses, ressaltando os desafios contínuos enfrentados pela economia chinesa.
Os futuros do minério de ferro ampliaram perdas nesta quinta-feira e o contrato de referência na bolsa de Dalian tocou nova mínima de duas semanas, com crescentes estoques do material em portos e o enfraquecimento da demanda física por produtos de aço pesando sobre o sentimento do mercado.
O contrato mais negociado do minério de ferro na China, para janeiro de 2021, encerrou em queda de 2,2%, a 787,50 iuanes por tonelada. O contrato chegou a cair para 783,50 iuanes mais cedo na sessão, o nível mais fraco desde 30 de setembro.
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