Rio Grande do Sul volta a ter bandeiras amarelas no mapa preliminar do distanciamento controlado

Dos 497 municípios, 284 estão sem registro de hospitalizações e óbitos por Covid-19.

Foto: SES/Divulgação

Dos 497 municípios, 284 estão sem registro de hospitalizações e óbitos por Covid-19. (Foto: SES/Divulgação)

Pela primeira vez desde o fim de junho, o Rio Grande do Sul volta a ter regiões classificadas em bandeira amarela. A última vez que o RS havia apresentado regiões em risco epidemiológico baixo foi na oitava rodada, entre 30 de junho e 6 de julho. Na 23ª semana do modelo de Distanciamento Controlado, divulgada nesta sexta-feira (9/10), o Estado só apresenta bandeira amarela e laranja (risco epidemiológico médio).

As regiões de Bagé, Palmeira das Missões e Pelotas são as três que apresentaram melhora e passaram para bandeira amarela. As outras 18 regiões seguem classificadas como bandeira laranja.

Classificada em bandeira vermelha (risco epidemiológico alto) na 22ª rodada, a região Covid de Santa Maria apresentou melhora de indicadores e retorna à bandeira laranja nesta semana.

A melhora de indicadores tem sido verificada nas últimas três rodadas. Na 21ª, todas as 21 regiões foram classificadas em laranja, e na 22ª, somente a região Covid de Santa Maria ficou em bandeira vermelha. A 23ª rodada, por sua vez, traz três regiões em bandeira amarela e 18 em bandeira laranja. Dos 497 municípios gaúchos, 284 não apresentaram registro de hospitalizações e óbitos por Covid-19 nos últimos 14 dias.

Veja o mapa preliminar da 23ª rodada: https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br.

Em todo o Estado, percebeu-se uma estabilidade ou melhora na maioria dos indicadores, como registros de novas hospitalizações (-29%) e óbitos (-7%). Houve estabilidade no número de internados por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) ou por Covid-19 em UTI e um leve aumento nos internados com Covid-19 em leito clínico.

Mesmo contabilizando pacientes internados por outras causas, os números apontam leve queda na quantidade de UTIs ocupadas. A manutenção do total de leitos de UTI se traduziu em leve aumento na razão de leitos livres para cada ocupado por Covid-19.

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